Eu sou um anarquista diferente

Eu sou um anarquista de uma categoria totalmente diferente daquela de todos os anarquistas que já existiram sobre a face da terra.

Sou uma categoria composta de mim mesmo, pois o meu enfoque é completamente diferente.

Não sou contra o governo, sou contra a necessidade de governo.

Não sou contra os tribunais, sou contra a necessidade de tribunais.

Algum dia, em alguma época, vejo a necessidade de o homem ser capaz de viver sem nenhum controle — religioso ou político — pois ele será uma disciplina em si mesmo.

Osho, em "Liberdade: A Coragem de Ser Você Mesmo"
Imagem por walkkabouts
História do Samba de Gafieira
 Dança popular e gênero musical derivado de ritmos e melodias de raízes africanas, como o Lundu e o Batuque. A coreografia é acompanhada de música em compasso binário e ritmo sincopado. Tradicionalmente, é tocado por cordas (cavaquinho e vários tipos de violão) e variados instrumentos de percussão. Por influência das orquestras americanas em voga a partir da segunda guerra mundial, passaram a ser utilizados também instrumentos como trombones e trompetes, e, por influência do Choro, flauta e clarineta. Apesar de mais conhecido atualmente como expressão musical urbana carioca, o samba existe em todo o Brasil sob a forma de diversos ritmos e danças populares regionais que se originaram do Batuque. Manifesta-se especialmente no Maranhão, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
Como gênero musical urbano, o Samba nasceu e desenvolveu-se no Rio de Janeiro nas primeiras décadas do século XX. Em sua origem uma forma de dança, acompanhada de pequenas frases melódicas e refrões de criação anônima, foi divulgado pelos negros que migraram da Bahia na segunda metade do século XIX e instalaram-se nos bairros cariocas da Saúde e da Gamboa. A dança incorporou outros gêneros cultivados na cidade, como Polca, Maxixe, Lundu, Xote etc., e originou o samba carioca urbano e carnavalesco. Surgiu nessa época o Partido Alto, expressão coloquial que designava alta qualidade e conhecimento especial, cultivado apenas por antigos conhecedores das formas antigas do samba.

Em 1917 foi gravado em disco o primeiro Samba, Pelo telefone, de autoria reivindicada por Donga (Ernesto dos Santos). A propriedade musical gerou brigas e disputas, pois habitualmente a composição se fazia por um processo coletivo e anônimo. Pelo telefone, por exemplo, teria sido criado numa roda de partido alto, da qual participavam também Mauro de Almeida, Sinhô e outros. A comercialização fez com que um samba passasse a pertencer a quem o registrasse primeiro. O novo ritmo firmou-se no mercado fonográfico e, a partir da inauguração do rádio em 1922, chegou às casas da classe média.
Os grandes compositores do período inicial foram Sinhô (José Barbosa da Silva), Caninha (José Luís Morais), Pixinguinha (Alfredo da Rocha Viana) e João da Baiana (João Machado Guedes). Variações surgiram no final da década de 1920 e começo da década de 1930: o Samba-Enredo, criado sobre um tema histórico ou outro previamente escolhido pelos dirigentes da escola para servir de enredo ao desfile no carnaval; o Samba-Choro, de maior complexidade melódica e harmônica, derivado do choro instrumental; e o Samba-Canção, de melodia elaborada, temática sentimental e andamento lento, que teve como primeiro grande sucesso Ai, ioiô, de Henrique Vogeler, Marques Porto e Luís Peixoto, gravado em 1929 pela cantora Araci Cortes.
Também nessa fase nasceu o samba dos blocos carnavalescos dos bairros do Estácio e Osvaldo Cruz, e dos morros da Mangueira, Salgueiro e São Carlos, com inovações rítmicas que ainda perduram. Nessa transição, ligada ao surgimento das escolas de samba, destacaram-se os compositores Ismael Silva, Nilton Bastos, Cartola (Angenor de Oliveira) e Heitor dos Prazeres. Em 1933, este último lançou o samba Eu choro e o termo "breque" (do inglês break, então popularizado com referência ao freio instantâneo dos novos automóveis), que designava uma parada brusca durante a música para que o cantor fizesse uma intervenção falada. O Samba-de-Breque atingiu toda sua força cômica nas interpretações de Moreira da Silva, cantor ainda ativo na década de 1990, que imortalizou a figura maliciosa do sambista malandro.

O Samba-Canção, também conhecido como samba de meio do ano, conheceu o apogeu nas décadas de 1930 e 1940. Seus mais famosos compositores foram Noel Rosa, Ari Barroso, Lamartine Babo, Braguinha (João de Barro) e Ataulfo Alves. Aquarela do Brasil, de Ari Barroso, gravada por Francisco Alves em 1939, foi o primeiro sucesso do gênero Samba-Exaltação, de melodia extensa e versos patrióticos.
A partir de meados da década de 1940 e ao longo da década de 1950, o samba sofreu nova influência de ritmos latinos e americanos: surgiu o Samba de Gafieira, mais propriamente uma forma de tocar -- geralmente instrumental, influenciada pelas orquestras americanas, adequada para danças aos pares praticadas em salões públicos, gafieiras e cabarés -- do que um novo gênero. Em meados da década de 1950, os músicos dessas orquestras profissionais incorporaram elementos da música americana e criaram o Sambalanço. O partido alto ressurgiu entre os compositores das escolas de samba dos morros cariocas, já não mais ligado à dança, mas sob a forma de improvisações cantadas feitas individualmente, alternadas com estribilhos conhecidos cantados pela assistência. Destacaram-se os compositores João de Barro, Dorival Caymmi, Lúcio Alves, Ataulfo Alves, Herivelto Martins, Wilson Batista e Geraldo Pereira.
Com a Bossa Nova, que surgiu no final da década de 1950, o samba afastou-se ainda mais de suas raízes populares. A influência do Jazz aprofundou-se e foram incorporadas técnicas musicais eruditas. O movimento, que nasceu na zona sul do Rio de Janeiro, modificou a acentuação rítmica original e inaugurou um estilo diferente de cantar, intimista e suave. A partir de um festival no Carnegie Hall de Nova York, em 1962, a bossa nova alcançou sucesso mundial. O retorno à batida tradicional do samba ocorreu no final da década de 1960 e ao longo da década de 1970 e foi brilhantemente defendido por Chico Buarque de Holanda, Billy Blanco e Paulinho da Viola e pelos veteranos Zé Kéti, Cartola, Nelson Cavaquinho, Candeia e Martinho da Vila.

Na década de 1980, o Samba consolidou sua posição no mercado fonográfico e compositores urbanos da nova geração ousaram novas combinações, como o paulista Itamar Assunção, que incorporou a batida do Samba ao Funk e ao Reggae em seu trabalho de cunho experimental. O Pagode, que apresenta características do Choro e um andamento de fácil execução para os dançarinos, encheu os salões e tornou-se um fenômeno comercial na década de 1990.



Do Site: http://www.costaverdesp.com.br/aulasdedancadesalao/sambadegafieira.htm.
A História da Salsa
 A música hoje chamada salsa é uma mescla de ritmos afro-caribenhos, tais como o son montuno, o mambo e a rumba cubanos, com a bomba e a plena porto-riquenhas. A salsa nasceu em Cuba, por volta dos anos 60, e é uma espécie de adaptação do mambo da década de 1950. Recebeu ainda influências do merengue (da República Dominicana), do calipso de Trinidad e Tobago, da cumbia colombiana, do rock norte-americano e do reggae jamaicano. Hoje, é uma mistura de sons e absorve influências de ritmos mais modernos como rap ou techno. A dança é caracterizada pelo compasso quaternário.
Salsa, em castelhano, significa "tempero", e a adoção do nome quis transmitir a idéia de uma música com "sabor". O movimento que originou este novo estilo de música latinoamericana começou em Nova Iorque, quando um grupo de jovens músicos começou a mesclar sons e ritmos visando criar uma sonoridade que tivesse um "sabor" latino-americano.
A salsa debutou no hotel Saint-George, do Brooklyn (Nova Iorque), onde o grupo Lebron Brothers, de origem porto-riquenha entusiasmou o público no início dos anos 70. Daí se espalhou entre as comunidades latino-americanas nos EUA e Porto Rico, depois a Cuba, Venezuela, Colômbia e outros países de língua espanhola. Nomes como Tito Puente, Celia Cruz, Johny Pacheco, Hector Lavoe e Willie Colón(La Fania) se tornaram expoentes do gênero.

O excessivo comercialismo em fins dos anos 70 converteu a salsa numa fórmula que apenas imitava a si mesma. Nos anos 80, [b]a salsa é invadida pelo[/b] merengue da República Dominicana, e também pela música disco. Neste momento, surge uma nova geração de músicos como Frankie Ruiz, Eddie Santiago e Luis Henrique, que começam a mudar o panorama da música latina criando a chamada "salsa erótica" - para muitos, uma traição do próprio caráter da salsa, machista, forte, ligada às ruas. No entanto, esta salsa erótica ou sensual trouxe nova atenção ao gênero.
Na década de 1980 a salsa se espalhou pelo México, Argentina, Europa e chegou ao Japão, onde surgiu a Orquestra de La Luz, banda onde todos os integrantes são japoneses. Enquanto isto, o ritmo do merengue se tornava mais e mais popular em países como Porto Rico, e era o ritmo que embalava as discotecas de música latina.
Um país no qual se produziu, nos últimos anos, uma expansão da salsa com maior vigor é a Colômbia, destacando-se Joe Arroyo, o grupo Niche e a orquesta Guayacán. Entre os híbridos mais recentes da salsa, destacam-se os chamados "mereng-house", a "salsa merengue" e "salsa gorda".
No Brasil, a salsa foi difundida pelo bailarino Fernando Claumann.

Em 2000, surge a primeira companhia especializada em salsa no Brasil, a Conexión Caribe Companhia de Danças, que em 2001 cria o Encontro Nacional de Salsa, evento anual que à partir de 2003 se transforma no Congresso Mundial de Salsa do Brasil, um dos maiores eventos do gênero, no mundo.
A HISTÓRIA DO FORRÓ – O RITMO, A DANÇA, A MÚSICA
 A história do forró começou com o estilo xaxado, (por causa dos pés – a pisada), dança esta, que era coreografada individualmente, em 1920, no sertão pernambucano. Dizem que o bando de cangaceiros de Lampião foi quem levou o xaxado para outras regiões do nordeste, inclusive nos bailes do candeeiro ou o baile do fole, como era chamado carinhosamente a safona.
Há a versão mais popular de sua origem, é que o nome forró significa For All (Para Todos): a de que o nome viria dos dizeres For All (em inglês para todos). A frase vinha escrita nas portas dos bailes promovidos pelos ingleses em Pernambuco, no início do século, quando eles vieram para cá construir ferrovias. Se a placa estivesse lá era sinal de que todos podiam entrar na festa, regada a ritmos dançantes que prenunciavam o forró de hoje, essa era a versão defendida por Luiz gonzaga. Nestes bailes tocavam todos os tipos de música e também o ritmo precursor do forró atual.
A segunda versão é dada pelo historiador e pesquisador da cultura popular Luís da Câmara Cascudo, que diz que a origem é o termo africano "forrobodó", que significaria festa, bagunça. Em alguns povoados pequenos do país (como na Ilha Grande- RJ ou na Ilha do Mel- PR) forró significa bailão popular ou arrasta pé, onde se dança de tudo.
TUDO COMEÇOU “COM DOIS PRÁ LÁ, DOIS PRÁ CÁ – Em 1940, o velho LUA (LUIS GONZAGA), começou a tocar safona em São Paulo, onde criou sua primeira música de forró, com o título: o “baião”, e ficou conhecido como o REI DO BAIÃO, estilo novo de dança, dançado a dois: “dois pra lá, dois pra cá”, a música era tocada com uma safona, um zabumba e um triângulo. Em 1941, Luís Gonzaga começou a tocar em bailes, bares e festas, onde o ritmo recebeu o nome carinhosamente de Xote, nome que veio da Europa, com seu primeiro sucesso Chamego, o estilo do forró foi batizo com esse nome por causa dos pés dos dançarinos, por isso o ritmo é xoteado, com uma frase singular chiado da chinela. Para comemorar o dia de São João no interior de Pernambuco, foi feita várias músicas de origem do forró, que aí se denominou a dança da quadrilha, onde se espalhou pelo nordeste, em outros estados: Paraíba, Alagoas, Sergipe, Ceará, Rio Grande do Norte até chegar à Bahia.
Em 1980 o ritmo mudou de nome, saindo do xote para o coladinho, denominado na Paraíba, com a mesma música, logo em seguida veio à denominação “pé de serra”, mais tarde outra denominação o “arrasta-pé”.
Em 1990 o forró tomou outro estilo de música e dança, saindo dos instrumentos: safona, zabumba e triângulo para o forró eletrônico (guitarra, baixo e teclado), criando nova denominação o “forró bate-coxa”. Temos que abrir um parêntese para os cantores Jackson do Pandeiro que incluiu a dança e a música do côco no forró, Anastácia, Alceu Valença e o músico Dominguinhos que difundiu o forró em todo o Brasil, logo em seguida veio o cantor Genival Lacerda que foi o precursor do “forró malícia”. Começaram então as

ramificações do forró com os estilos: lambaforró e o oxentmusic, com a participação de compositores cearenses, como Rita de Cássia, Redondo e a Banda Aquariús (Fortaleza), criada em 1985. A banda Mastruz com Leite foi criada em novembro de 1990, para abrir o shows de uma outra banda(Banda Aquarius), que já fazia sucesso em Fortaleza, no Estado do Ceará, Mastruz com Leite, por ironia do destino, superou o sucesso de Banda Aquarius e conseguiu se tornar a mais conhecida banda de forró do Brasil. Outras bandas surgem também como Magníficos, Capital do Sol, Brucelose, Limão Com Mel e Banda Styllus.

Do Site: http://pt.shvoong.com/história-forró-ritmo-dança-música
História do Bolero

Bolero (Boléro, no título original francês)
é uma obra musical de um único movimento
escrita para orquestra por Maurice Ravel.
Originalmente composta para um Ballet, a
obra, que teve sua première em 1928, é
considerada a obra mais famosa de Ravel.

Composta entre Julho e Outubro de 1928,
no Tempo di Bolero, moderato assai
("tempo de bolero, muito moderado"),
o Bolero tem um ritmo invariável (escrito para
= 72, ou seja, com a duração teórica de catorze
minutos e dez segundos), e uma melodia uniforme
e repetitiva. Deste modo, a única sensação de
mudança é dada pelos efeitos de orquestração e
dinâmica, com um crescendo progressivo e uma

curta modulação em mi maior próxima ao fim, mas
retorna ao dó maior original faltando apenas oito
compassos do final. Originalmente, na própria cópia
da partitura de Ravel, a marca do metrônomo é = 76,
mas esta está riscada e 66 está substituindo a marcação
original. Ravel observa esta segunda marca na sua
gravação com a Orquestra Lamoureux. Mais tarde,
outras edições do Bolero sugerem o 72.[3] Na primeira
gravação de Piero Coppola, a qual Ravel estava presente,
o Bolero teve uma duração similar de 15 minutos e 40
egundos. Ravel, mais tarde comentou a um jornalista do  
Daily Telegraph que a obra duraria 17 minutos.
Forma uma obra singular, que Ravel considerava
como um simples estudo de orquestração. A sua imensa
popularidade tende a secundarizar a amplitude da sua
originalidade e os verdadeiros objectivos do seu autor,

que passavam por um exercício de composição privilegiando
a dinâmica em que se pretendia uma redefinição e reinvenção
dos movimentos de dança. O próprio Ravel ficou surpreendido
com a divulgação e popularidade da obra, muito devido às
variações que numerosos maestros, incluindo Willem Mengelberg
e Arturo Toscanini, introduziram nas suas interpretações.
A origem do Bolero provém de um pedido da dançarina Ida Rubinstein,
que encomendou a Ravel a criação de um balé a caráter espanhol.
Ravel pensou poder arranjar alguns extratos de Iberia, um conjunto
de peças para piano de Isaac Albéniz, mas ele não pôde obter os
direitos de fazer como desejava, pois Albéniz havia dado os
direitos de arranjo a seu pupilo Ferdinand Enrique Arbos.
Em vez disso, Ravel compôs uma nova obra.
A estreia deu-se em Paris, na Ópera Garnier, em 22 de
Novembro de 1928 sob direcção de Walther Straram,
com coreografia de Bronislava Nijinska e cenários de
Alexandre Benois. Uma das dançarinas foi Ida Rubinstein,
e a peça causou escândalo devido à sensualidade da coreografia.

Do Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolero.
A história do Tango
 O Tango nasceu nos fins do século XIX derivado das misturas entre as formas musicais dos imigrantes italianos e espanhóis, dos crioulos descendentes dos conquistadores espanhóis que já habitavam os pampas e de um tipo de batuque dos negros chamado "Candombe". Há indícios de influência da "Habanera" cubana e do "Tango Andaluz". O Tango nasceu como expressão folclórica das populações pobres, oriundas de todas aquelas origens, que se misturavam nos subúrbios da crescente Buenos Aires.
Numa fase inicial era puramente dançante. O povo se encarregava de improvisar letras picantes e bem humoradas para as musicas mais conhecidas, mas não eram, por assim dizer, letras oficiais, feitas especificamente para as músicas nem associadas definitivamente a elas.

Em público, dançavam homens com homens. Naqueles tempos era considerada obscena a dança entre homens e mulheres abraçados, sendo este um dos aspectos do tango que o manteve circunscrito aos bordéis, onde os homens utilizavam os passos que praticavam e criavam entre si nas horas de lazer mais familiar. Mais tarde, o tango se tornou uma dança tipicamente praticada nos bordéis, principalmente depois que a industrialização transformou as áreas dos subúrbios em fábricas transferindo a miséria e os bordéis para o centro da cidade. Nessa fase haviam letras com temática voltada para esses ambientes. São letras francamente obscenas e violentas.

Por volta de 1910 o Tango foi levado para Paris. Existem várias versões de como isso aconteceu. A sociedade parisiense da época em que as artes viviam o modernismo ansiava por novidades e exotismos. O tango virou uma febre em Paris e, como Paris era o carro chefe cultural de todo o mundo civilizado, logo o tango se espalhou pelo resto do mundo. A parcelas moralistas da sociedade condenavam o tango, assim como já haviam se colocado contra a valsa antes, por o considerarem uma dança imoral. A própria alta sociedade Argentina desprezava o tango, que só passou a ser aceito nos salões de alta classe pela influência indireta de Paris.

Em 1917 começaram a surgir variantes formais do Tango.
Uma delas, influenciada pela romança francesa, deu origem ao chamado Tango-canção. Tangos feitos para musicar uma letra. A letra passa a ser parte essencial do tango e conseqüentemente, surgem os cantores de tango. O tango já não é feito exclusivamente para dançar. É considerado o primeiro - ou pelo menos mais marcante nessa transição - Tango-canção o "Mi Noche Triste" com uma letra que Pascoal Contursi compôs, em 1917, sobre uma música mais antiga chamada "Lita".
Nos cabarés de luxo da década de 1920, o tango sofreu importantes modificações. Os executantes não eram mais os pequenos grupos que atuavam nos bordéis, mas músicos profissionais que trouxeram o uso do piano e mais qualidade técnica e melódica.
Carlos Gardel já era um estrondoso sucesso em 1928. Sucesso que durou até 1935, quando faleceu vítima de um acidente de avião quando estava em pleno auge. Gardel cantava o tango em Paris, Nova York e muitas outras capitais do mundo, sempre atraindo multidões, principalmente quando se apresentava na América latina. Eram multidões dignas de Elvis Presley e Beatles. Também foi responsável pela popularização do tango estrelando filmes musicais de tango produzidos em Hollywood.
Carlos Gardel
A década de 1940 é considerada uma das mais felizes e produtivas do tango. Os profissionais que haviam começado nas orquestras dos cabarés de luxo da década de 1920 estavam no auge de seu potencial. Nessa época as letras do tango passaram a ser mais líricas e sentimentais. A antiga temática dos bordéis e cabarés, de violência e obscenidades, era uma mera reminiscência. A fórmula ultra-romântica passa a caracterizar as letras: a chuva, a garoa, o céu, a tristeza do grande amor perdido. Muitos letristas eram poetas de renome e com sólida formação cultural.
A década de 1950 conta com a atuação revolucionária de Astor Piazzolla. Piazzolla rompe com o tradicional trazendo para complementar os recursos clássicos do tango influências de Bach e Stravinsky por um lado, e por outro lado do Cool Jazz.
Nessa época o tango passa a ser executado com alto grau de profissionalismo musical, mas no universo popular a década de 1950 vê a invasão do Rock'Roll americano e as danças de salão passam a ser prática apenas de grupos de amantes. Na década de 1960, uma lei de proteção á música nacional Argentina já está revogada, e o tango que era ouvido diariamente nas rádios vai sendo substituídos por outros ritmos estrangeiros, enquanto as gravadoras já não se interessam mais pelo tango. A juventude não só pra de praticar o tango no lazer cotidiano como passa a ridicularizá-lo como coisa fora de moda. Com o desinteresse comercial das gravadoras, poucos grandes tangos foram compostos. Têm sido mais comuns, as releituras de antigos sucessos e reinterpretações modernizadas dos maiores sucessos dos primeiros tempos.
Hoje a crítica Argentina detecta um retorno do tango, cada vez mais freqüente em peças teatrais e cinematográficas. Em 1983 se apresentou em Paris uma inovação relativa à espetaculosa planejada para o exterior: os casais de profissionais que integravam o elenco provinham da "milonga porteña". Era quebrada a imagem de bailarino acrobático.

Do site: http://www.tangobh.br.tripod.com
Amor é Deus

Jesus diz: Deus é amor. Mas eu digo a vocês: o amor é Deus. 'Amor' é uma palavra muito mais importante do que a palavra 'Deus'. 'Amor' tem um significado existencial.

A palavra 'Deus' é completamente vazia, ela nada significa, ela não se relaciona a coisa alguma dentro de você. Ela é uma pura palavra, pura no sentido de que ela não tem qualquer realidade correspondente dentro de sua experiência.

Embora ambas as palavras indiquem a mesma verdade, 'amor' é a palavra dos poetas enquanto 'Deus' é a palavra dos teólogos. Mas, obviamente o insight poético é mais intenso, mais profundo e a sensibilidade do poeta é também muito mais refinada, muito mais sutil que a dos teólogos.

A visão do poeta é também mais estética, mais bela, mais primorosa; ela tem mais graça, mais sentido, mais significância. Além disso, a escolha dos teólogos tem sido contaminada ao longo das eras por tantas pessoas: hindus, cristãos, muçulmanos; por tantas igrejas; por tantas religiões, as quais fingiam ser religiosas, mas não eram.

Amor ainda permanece sem contaminação; ele ainda é virgem.

Assim, deixe-me repetir: em vez de dizer Deus é amor, diga amor é Deus, e você estará mais próximo da verdade. E não apenas mais próximo, você imediatamente estará ligado à verdade, porque o amor é uma experiência sua.

Ele pode não ser tão profundo ao ponto de ser tornar Deus, mas ainda assim, ouro é ouro, mesmo que não seja refinado. O diamante é diamante mesmo que não tenha sido lapidado e polido. O diamante pode estar perdido no meio da lama, mas, a qualquer momento, ele pode ser limpo, a lama não consegue entrar dentro do seu ser.

O amor é o seu ser. E no momento em que usamos a palavra 'Deus', grandes controvérsias se levantam. Use a palavra 'amor', e ficam descartados: teísmo, ateísmo e todo tipo de argumentos desnecessários.

O amor também representa o centro mais interno da própria existência. A existência não é indiferente a você, ela não é distanciada. Ela está envolvida com você, ela cuida de você. Ela pode não cuidar do jeito como você queria ser cuidado, mas ainda assim, ela cuida da maneira que lhe é própria. E a sua expectativa pode não ser verdadeiramente a sua necessidade; pode ser exatamente o oposto.

A existência de fato preenche as suas necessidades, não o que você gosta e desgosta, não o que você quer; mas as suas necessidades reais, verdadeiras e autênticas são sempre cuidadas. A existência não pode ser indiferente a você: você é parte dela. Ser indiferente a você significaria ser indiferente a ela mesma, o que é impossível. A existência já teria desaparecido há muito tempo, se fosse assim.

Nós somos as suas ondas. Nós somos as flores dessa árvore de vida e existência. O seu desejo de ser amado e o seu desejo de amar é o seu desejo mais supremo. Ele mostra algo da sua natureza básica fundamental, ele representa o seu centro mais interno, ele representa isso.

Uma vez que você entenda o amor como Deus, toda a sua visão da vida irá mudar. Então você não irá venerar num templo ou numa igreja ou numa mesquita: então o amor será a sua veneração. E então você não terá medo da existência, porque ela cuida de você.

O medo desaparecerá. Você não terá medo nem mesmo da morte, porque a morte só pode levar aquilo que não é mais necessário, mas ela não pode destruir você.

Osho, em "Unio Mystica"
Fonte: Osho Brasil
Imagem por Jessica.Tam
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A cor do silêncio

Sempre que olhar para alguma coisa azul, para o azul do céu, para o azul do rio, sente-se silenciosamente e olhe dentro desse azul; você sentirá uma profunda sintonia com ele.

Um grande silêncio descerá sobre você sempre que meditar sobre a cor azul.

O azul é uma das cores mais espirituais porque é a cor do silêncio, da quietude. É a cor da tranquilidade, do repouso, do relaxamento.

Assim, sempre que você estiver realmente relaxado, de repente sentirá interiormente uma luminosidade azulada. E se puder sentir uma luminosidade azulada, sentir-se-á inteiramente relaxado. Isso funciona dos dois jeitos.

Osho, em "O Livro Orange"
Imagem por mrhayata.
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Cântico de Lívia
Alma gêmea de minhalma,
Flor de luz da minha vida,
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão!...
Quando eu errava no mundo,
Triste e só no meu caminho,
Chegaste devagarinho,
E encheste-me o coração.
Vinhas na benção dos deuses,
Na Divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!...
És meu tesouro infinito,
Juro-te eterna aliança,
Porque sou tua esperança,
Como és todo o meu amor!
Alma gêmea de minhalma,
Se eu te perder, algum dia,
Serei a escura agonia
Da saudade nos seus véus...
Se um dia me abandonares,
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te, entre as flores
Da claridade dos céus...


Médium: Chico Xavier
Espírito: Emmanuel

Imagem Obra de Leonardo da Vinci
Editado por Aparecida Camilo
Prensado de Frutas Com Chocolate

 Ingredientes

- 150 g de geléia de damasco
- 125 ml de mel
- 100 g de amêndoas laminadas
- 200 g de nozes picadas
- 150 g de coco ralado
- 150 g de damasco seco picado
- 75 g de uvas passas pretas
- 75 g de uvas passas brancas
- 2 colheres (sopa) de amêndoas moídas
- 400 g de chocolate branco derretido com 150 ml de creme de
leite fresco

Modo de Preparo

1- Numa panela coloque 150 g de geléia de damasco e 125 ml de mel
e leve ao fogo baixo até derreter a geléia e ficar uma mistura
homogênea. Reserve.

2- Numa tigela coloque 100 g de amêndoas laminadas, 200 g de
nozes picadas, 150 g de coco ralado, 150 g de damasco seco
picado, 75 g de uvas passas pretas, 75 g de uvas passas brancas,
2 colheres (sopa) de amêndoas moídas e a geléia com mel
(reservada acima) e misture bem até incorporar todos os
ingredientes.

3- Numa assadeira rasa (30 cm X 22 cm) untada e forrada com
papel-manteiga coloque a mistura de frutas secas e leve ao forno
médio pré-aquecido a 180oC por +/- 35 minutos ou até que a massa
esteja levemente dourada. Retire do forno e deixe esfriar. 

4- Com uma colher espalhe 400 g de chocolate branco derretido com
150 ml de creme de leite fresco sobre a massa assada de frutas
secas. Espere endurecer, corte em fatias, desenforme e sirva em
seguida.
  
  • Categoria:Doces e sobremesas
  • Rendimento: + de 10 porções
  • Do Site Mais Você.
Ausência de palavras

Se possível, viva uma experiência e não a fixe com quaisquer palavras, porque isso a tornaria estreita.

Você está sentado... é um anoitecer silencioso. O sol se foi, e as estrelas começaram a aparecer. Simplesmente esteja presente. Nem mesmo diga: "Isso é belo", porque, no momento em que você diz que algo é belo, ele não é mais o mesmo.

Ao dizer belo, você está introduzindo o passado, e todas as experiências que você disse serem belas coloriram a palavra.

Por que trazer o passado? O presente é tão vasto, e o passado tão estreito. Por que olhar por um buraco na parede, se você pode sair e olhar todo o céu?

Tente não usar palavras, mas, se precisar, seja muito cuidadoso em sua escolha, porque cada palavra tem uma nuança própria. Seja muito poético a esse respeito.

Osho, em "Osho Todos os Dias"
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Ser mãe é

Ser mãe é carregar no ventre um amor por 9 meses.
Um amor que toda mãe se orgulha em chamar de filho.
Tem mãe que ensina os filhos a crescer e tem mãe que cresce aprendendo com os filhos.
Não importa qual tipo você é...
Porque ser mãe já é o fenômeno mais belo da natureza.
Ser mãe é ser tão única e semelhante.
Toda mãe ama e se preocupa,
Mas são nas pequenas atitudes que elas se diferem.
Em cada gesto de carinho e abraço caloroso.
Todos os dias, todas as horas
Porque amor de mãe, Aparecida, só você conhece.
Feliz Dia das Mães,
Portal Vital.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina
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    Uma mulher que busca todos os dias me tornar uam pessoa melhor.
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